Gênesis 2:20

Belinda was mine…
O último poema que a linha pode ver,
Endireitado sobre a vista dum querer,
Até que outra vez o luar faça regresso
E nada seja mais do pouco que peço.
Then Sue came along…

Don’t know that I will…
A cabeça que agora baixo em relevo
Não quer mais em verso esmorecer,
E nada pede senão o claro escurecer
Doutra noite querendo o amanhecer.
I’ve had it to here…

I know it’s been done… 
O coração cambaleado eu descrevo
Com palavra qualquer que enlevo
Entre as vis manchas do disperso,
Do esquecido, do fim sem regresso.
Don’t know that I will… 

Don’t know that I will… 
E à esta chaga sem vulto de cicatriz
Eu consagro a esperança, tua atriz,
Rogando que no palco atue sincera
O roteiro da dor de quem tudo espera.
A solitary man, solitary man… 

Autor: Dayher Giménez

28 de abril de 1989, A.D.: nasci. Desde então, penso. Pindoramense e granadino, paulista e andaluz, brasileiro e espanhol. Neto de imigrantes e exilados por três costados (espanhol, austríaco e italiano) e brasileiro da gema por um costado (a tríade miscigenária da Terra de Santa Cruz). Graduado primordialmente em História pela antiga Faculdade de Filosofia, Ciência e Letras de Catanduva e em outras “coisas” — a grande palavra medieval! — da universitas magistrorum et scholarium. Em religião, cristão reformado. Em política, conservador libertário. Em futebol, palmeirense. Eis os crivos básicos. Ouso escrever sobre aquilo que me chama a atenção.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *