Esponjas de sol — XXXIX

  1. O sentido se reveste do véu invisível da aparência verdadeira, como a brancura etérea segue ao colorido no dente-de-leão e nas fotografias antigas. Acaso pensas que o amarelo enrubescente e as cores quaisquer no papel revelam-te a realidade última e profunda do vegetal e do retrato? Para o branco que ascende ao céu quando o vento sopra e para o branco que emerge da natureza celulósica da folha (como um prisma inverso, reunificador das suas tintas), desliza aquilo que é eterno naquilo que se vê. Também por isto os velhos ficam com os cabelos brancos: o corpo está deslizando em direção ao espírito. As coisas vão, cada vez mais, se parecendo com luz.
  2. O tempo não é linear.
  3. Usa a palavra sem usura, como tecido sem costura, como conselho que cura.
  4. O divino 1-QUE-É-3, desde o princípio da Criação se faz acompanhar pelo 12 humano. Deus e seu relacionamento individual e coletivo com seus comissionados. O Triângulo, ao gerar imagens e semelhanças geometricamente refletidas ao seu [r]estrito redor, gera doze triângulos.
  5. Distância, às vezes, só aumenta a ânsia. Por que de longe desperta o coração quando de perto adormece a paixão? O dia-a-dia relaxa apenas o já lasso, mas aperta e tensiona quando é demorado o contato. Manter na rotina a afeição sentida na extensa espera é a pedra de toque da verdadeira relação. Ao lado, um minuto que dura uma era? Hormônio desarmônico é. Colado, horas a fio que passam num instante? Alma em harmonia é.
  6. Toda ação é uma reação, perpetuada numa descendência infinita, à Primeira Ação.
  7. Tu te perguntas: e o que poderia ter sido se então eu tivesse dito o sim ao invés do não? Seria outra a vida ou mesmo a disposição do universo? As coisas e seus passos teriam se encaminhado por linhas mais retas que estas que hoje, enviesado pelo contexto que te julga, supões tortas? As planícies teriam alçado pés até tocar os planaltos? Subjugados os planaltos e os picos e depois os topos superiores das montanhas, seria talvez o céu mais próximo ou suas cores mais vibrantes que daí do solo nu? Tua voz teria outro tom e as coisas que hoje dizes seriam ditas neste tom? Como seria teu dia de hoje se o caminho escolhido tivesse sido o outro e não este de cujas pedras reclamas? Como seria tua existência se as circunstâncias que acolhestes tivessem no teu espírito encontrado a devida e antagônica resolução contrária? Por que te perguntas, afinal, se até este perguntar altera a essência mesma do espírito que o gera, mudando e variando a alternativa como num radial labirinto infinito? Se tivesses escolhido Beatriz e não Helena. Se tivesses ido visitar tua avó e não caminhar pelas trilhas. Se tivesses lido Petrarca e não Proust. Se tivesses comido amendoins salgados e não amendoins doces. Se tivesses aguentado o primeiro semestre, persistindo na faculdade de Medicina. Se tivesses desenhado mais retratos e menos paisagens. Se tivesses isto, se tivesses aquilo, se tivesses… oh sacra merda da inquietação que é supor! Eu te respondo: nada teria sido, porque o ser das coisas ditas e não ditas se conjugam para o mesmo destino.
  8. Aquilo que começa mal, termina mal. Se o início foi errado, o fim será errado. Se principiou no engano, seu termo será no engano. A origem é pecaminosa? O destino também o será, necessariamente. O efeito da causa ruim será sempre ruim e a reação da ação funesta será sempre funesta. Maquiavelismos do tipo “os fins justificam os meios” não existem senão na retórica sedutora do diabo. E tem de ser assim, porquê Ele, além de instituidor da Lei da Semeadura, é também Alfa e Ômega — Princípio e Fim como Palavra e Primeiro e Derradeiro como Pessoa: todo o dito age, da partida à chegada; o plantar, o regar e o ceifar necessariamente constituem-se no processo de labor pessoal pelo qual se dilata, se extrai e se revela a espécie da semente escolhida.
  9. Neste mundo digital-e-online infernalmente “celularizado”, indício de amor é salvar a foto e mandá-la ao estúdio para ser revelada e colocada num porta-retratos à moda antiga. Nesta seara etérea dos pixels, concretizar uma imagem em papel-fotográfico e enquadrá-la em vidro e madeira esculpida é ato sentimental revolucionário.
  10. Cada dia, para cada pessoa, tem sua melodia. Cada dia é uma música: é um período de 24 horas dominado por uma canção, por um hino, por um estribilho, por uma composição — por uma personalidade musicalmente específica que lhe revela o tom. Ontem foi o Adagietto da 5a Sinfonia de Mahler, hoje foi uma gaita sussurrando um country incerto e melancólico na companhia dum banjo amuado, amanhã poderá ser o dia dum samba do Noel Rosa, dum clarim barroco italiano, dos sinos espelhados de Arvo Pärt ou mesmo dum assovio improvisado. Se você é chegado em música, em boa música, faça o teste: a música que teu espírito quiser escutar (a cada dia com seus ontens, hojes e amanhãs) estará calibrada nele próprio. Cada pessoa, para cada dia, tem sua melodia.
  11. Se eu fosse outra vez menino, criança com meus dez anos e meus cinco sonhos (um castelo nas terras altas da Escócia, uma armadura igual a do imperador Maximiliano, uma namorada como Rebeca de York ou Bárbara Radziwill, a coleção completa das moedas romanas e o Prêmio Nobel de Literatura — sim, eu era uma criança “esquisita”), trataria de me escrever cartas, admoestações sinceríssimas, mandando-me manter cada um destes sonhos infantis com as devidas e necessárias adaptações à Realidade. A gente fica adulto e o castelo torna-se um apartamento caro e apertado, a armadura o sistema de segurança e as aulas de krav-magá, a namorada a moça ou gostosa por fora ou gostosa por dentro (onde, se possível, o meio-termo do “jugo igual”?), a numismática é substituída pelo colecionismo de extratos bancários e a honraria da Academia Sueca se contenta com estes textinhos bocós cá no Facebook. O negócio, o ponto da curva do nó, é este: no dia-a-dia, sê castelão do teu próprio espírito fortificado sobre outonos infindos; cavaleiro nas justas que a rotina arroja contra teu escudo; enamorado de boas-moças-boas; colecionador de curtos mas contínuos períodos de tempo bem cunhado; escritor de pequenas e até voláteis palavras, mas capazes de despertar o fons honorum, os elogios, dos teus amigos.
  12. Faze as contas contigo mesmo, de agora em diante até o último dia em que possas raciocinar acerca do teu eu: perceberás que, mesmo evoluindo (seguida e gradualmente ou aos trancos e barrancos), mesmo avançando nas melhorias que cada recôndito do teu ser carece, ainda assim serás um tolo consumado. A tolice é a condição humana por excelência: ela apanha o iníquo e o santo, ela acompanha o erudito e o analfabeto, ela está pespegada na alma mais lívia e no espírito mais tenebroso, ela balança o berço e sacode a maca hospitalar. “Ai de mim!”, escreveria hoje em dia o profeta, “porquê sou um homem tolo e habito no meio de um povo tolo”. Que é ser tolo? É ser incompleto nas ações e no entendimento delas. Mas a tolice do homem bom, apesar do desajeito, é sempre alegre e dotada de certas profundidades: sua incompletude o faz bem-humorado, palhaçal, risonho como aquelas crianças das pinturas de Frans Hals. O homem mau, porém, de sua tolice arranca perversidade. Escárnio e barbárie o acompanham, como lepra: ele é incompleto no significado, no sentido, no “way of life”; por isto, sua tolice julga mal e faz mal desde sua abissal rasidão. Irmãos, da tolice homem algum escapará. Então: sede tolos, mas sede santos!
  13. As conversas que temos frequentemente acobertam ou desnudam as coisas, sobretudo nossos problemas mais problemáticos. Conversamos com alguém frouxo e superficial, e é como se um véu, um anestésico véu espesso, caísse sobre o fato, coberto por uma grossa mas quase invisível camada de nada, um nada que traz a amenidade da despersonalização, um nada neutral cobridor que extingue no ninho da nossa volição toda a possibilidade de ação e reação, um apaziguamento falso, alienante, embotador. Conversamos com uma pessoa “sangue nos olhos” e a ira cai sobre nós — emerge cruentamente do núcleo do ser, respinga fogo no ambiente e nos inflama a tal ponto que revivemos no presente todo o fato passado, reinterpretando-o coléricamente; então, saímos à guerra, marchando para a vingança. Por isto, diante de questões sérias geradas por fatos sérios que exigem soluções sérias, converse com Deus: só Ele nos amenizará na realidade para a paz ou nos fortalecerá na realidade para a guerra.
  14. Há dois meses não consigo escrever um único verso. Poema nenhum de poesia nenhuma. Por que? Porquê o coração é quem verseja. Coração oco só produz falso silêncio e eco barulhento. O cérebro por si é mudo e analfabeto quando lhe mandam trovar solitário, sem o sangue inflamado do órgão que pulsa a vida mais crua. Nada de palavras bonitas e musicais com rimas, ritmo e sonoridade espiritual. Nada. A prosa prossegue como dantes — vigorosa, bem “almada” e até apegada aos mesmos componentes líricos e psicológicos da poesia. Mas… poesia, mas a poesia não consegue aqui em mim parir sequer um “batatinha quando nasce espalha a rama pelo chão.” Nem mesmo a mediocridade dos versos tolos, infantis e despropositados me ocorre. Há dois meses… Calhou d’eu ler, agora de pouco, esta frase de Benetti, o grande poeta uruguayo: “Si el corazón se aburre de querer, para qué sirve?”
  15. Viver um dia após o outro, num movimento existencial indefinidamente cíclico, é uma espécie de pena infernal. Uma vida sem tesão diário, que não sinta a tensão por cada pedacinho de tempo passando e que aí não perceba com atenção o que vem a médio e longo prazo, é um tormento digno dos círculos demoníacos. Não suponho nada mais infeliz que a rotina entediante de quem usa suas 24 horas apenas para mastigar sem se deliciar, dormir sem sonhar, transar sem amar e defecar sem filosofar (porquê um homem decente é, ao menos quanto à pose pensativa à Rodin, um filósofo sobre a privada). Viver o dia como se ele fosse o último; como se dele dependesse a salvação de toda a Criação; como se Cristo, e não Horácio e depois os epicuristas, tivesse dito o “Carpe Diem”: é nisto que eu acredito.
  16. Foge do olhar que foge. Olho no olho — íris contra íris — continua sendo a melhor peneira para separar trigo de pedrisco. Tudo está lá, entre um globo ocular e outro, na tensão que desvia e na serenidade que encara, na culpa que se nega à fixação da alma na córnea e na inocência que ultrapassa a carne da órbita e chega ao espírito. Tudo está no olhar. Eu gosto de gente que escoa suavemente tudo o que é e que sente pelos olhos, como uma libação do melhor vinho à Divindade. Quanto aos maus, mentirosos, por mais que eles se esforcem para segurar o fluxo, seus olhos vazam como esgoto a céu aberto.
  17. É preciso que ames o complexo e seus detalhes, que te afeições às filigranas, às minúcias e aos pormenores caso desejes passar a vida ao lado duma mulher. Exercita-te no desenho das iluminuras e dos arabescos e também das caligrafias, no estudo das formas geométricas dos cristais de neve e do gótico das catedrais, no exercício pneumológico de respirar e inspirar com mais e menos ar em mais e menos tempo, no cuidado com a quantidade de sal e açúcar e de temperos ao cozer para variados paladares, no preparo das tintas da paleta à imagem das cores no universo, na atenção ao volume que acompanha o subir e o descer das notas musicais nos motetos barrocos, na força gradual empregada no martelo para se chegar a tal e qual espessura segundo a espécie do metal, no sentir a variação de umidade no ar conforme a temperatura e a estação… Exercita-te na polivalência das proporções da Criação do Senhor. E é preciso que ames estas coisas com pura simplicidade: então, sendo simples ao amar (ao amar com este amor bem adestrado no complexo), num relance distinguirás na mulher as finíssimas variações de humor, as quase imperceptíveis alterações no tom de voz, as etéreas mudanças na expressão que do coração e da mente vão à pele da face, as modificações quase inaparentes na cor do cabelo, enfim, serás capaz de nela amar as “variazioni sullo stesso tema”. Perceberás aquilo que ela quer que percebas que nela é passageiro, para que sejas capaz de conhecer aquilo que nela é permanente. Exercita-te na visão, na audição, no gosto, no toque e na fala desta fina e elegante ourivesaria das coisas sutis, porquê elas te darão a dourada e prateada chave capaz de abrir-te, um a um, os segredos do coração daquela tua amante filha de Eva.
  18. Tu pagarás o preço. O preço alto, o preço caro, o preço doído da inautenticidade, do escambo do momento atraente mas frágil pelo resto de tua vida e, pior!, pela poderosa eternidade. Não quisestes ouvir a razão do melhor sentimento? Pagarás o preço. Mentistes por dó ou velhacaria? Chamar-te-ão, nos céus e na terra, de mentiroso. Casastes sem amor? Teu desejo não será para tua aliança e teu coração palpitará a todo instante ansioso em pecar. Folheaste os livros entre bocejos e indolência? Tua inteligência atrofiada terá sua paga no holerite. Destes teus melhores anos à frivolidade noturna? Tuas vazias tardes de velhice sofrerão de insônia. Comestes muito ou pouco? Teu corpo seboso ou esquelético mal se nutrirá de fármacos. Para tudo e em tudo, nas ações e reações em ti e por ti cometidas, um preço será cobrado. Agirás? Recorda, então, que cada um de teus feitos é uma nota promissória, sobre a qual um anjo carimba “Lasciate ogni speranza voi che entrate” / “Deixai toda esperança vós que entrais.” Tu pagarás o preço.
  19. O mundo é imundo, e mudo. Tudo nele é oco e vacuoso, sem sabor nem paladar, sem graça nem humor, entendiante como a contagem duma dízima periódica, sujo como a ramela dos olhos de um porco velho e cansado. É desordem de rumos sem direções definidas, sem caminhos objetivos, sem horizontes capazes de nos dar sequer o prazer retilíneo de um pôr-do-sol silencioso em si mesmo. É caos. Mas o amor é uma espécie de bomba nuclear que, ao invés de pulverizar e tudo destruir até o limite das beiradas do átomo, ao inverso faz o seu trabalho: é uma bomba que constrói do nada, que organiza do zero, que engendra do vazio, que cria do inexistente. É explosão de logos. O mundo, então, passa a ter gosto, passa a ter ânimo, passa a estimular o eu até que, de repente, o estômago gostosamente dói de tanto gargalhar. No amor, o mundo fica sendo digno dos dois últimos versos daquela canção: “Yes, I think to myself / What a wonderful world.”
  20. Caráteres fracos se reúnem, em coleguismo, quando descobrem abruptamente antipatias que lhe são afins: desgostam e odeiam as mesmas coisas e pessoas. São como aquelas agitadas moscas varejeiras que zumbem ao redor do mesmo monte de estrume. Caráteres fortes se unem, em amizade, quando simpatias que lhe são afins são lentamente descobertas: gostam e amam as mesmas coisas e pessoas. São como aquelas andorinhas que cantam ao redor da mesma fonte de água. Idem velle, idem nolle.
  21. Ter dois pães numa mesa, um para cada um, não faz uma comunhão através do alimento; faz apenas uma reunião de fomes individuais. Homem e mulher reunidos corporalmente por uma certidão civil não fazem um casamento; fazem apenas um concerto de interesses patrimonialmente atendidos. Não se deve dividir o “pão nosso”, um diante do outro, se o objetivo é apenas a nutrição física do organismo. Não se deve unir “numa só carne”, um no outro, se o alvo é tão somente a satisfação orgânica do físico. Sem o suporte do coração, não há mesa e cama que valham a pena.
  22. Não te preocupes com a vergonha, que é pública e por isto nada é senão a opinião desintegrada e parcial que vem de fora. Preocupa-te, antes, com a culpa, que é julgadora íntima e por isto tudo discerne quando unida à tua consciência. Não te envergonhes senão quanto o teu próprio dedo, direcionado desde dentro, te apontar a falha, o erro, o pecado. A superfície da poça da reputação é o habitat natural dos mosquitos (e quantos eles são ao nosso redor!), atores no frenesi mais agitado e infértil da existência biológica. A profundidade do oceano do caráter é a morada dos grandes, autores de legados duradouros mesmo quando mediocremente escondidos na calmaria duma vida anônima (mas quão fecunda e produtiva!). Quanto vale tua alma? Vale o silêncio da santidade modesta que só Deus, Senhor de Todos os Eus, conhece; porquê só Ele conhece as batalhas que diariamente travamos contra nós mesmos na luta pela Alegria que não tem fim. Quanto vale teu espírito? Vale a quietude da inocência tão odiada pelo mundo, quando ele cochicha de ti como outrora cochichou de José: “Eis lá vem o sonhador-mor!”
  23. Problema sério da nossa psiquê associada ao nosso ego: projetar interpretações positivas e/ou negativas (conforme nosso querer íntimo) nas ações e reações alheias. Tentar observar as coisas como elas são — a realidade dura e nua e crua — é um exercício diário no qual devemos nos esmerar por dois motivos, sobretudo: (I) para não nos enganarmos a nós mesmos e, conseqüentemente, (II) para não enganarmos os outros. Olhar para as pessoas a partir do que esperamos delas é erro perigoso, que frustra e desespera. António Machado, o poeta, já ensinava: “Peor que ver la realidad negra, es el no verla.”
  24. O homem deve se comportar como advogado de sua mulher, deve agir como seu defensor contra o mundo acusador, contra a multidão maldosa de dedo e língua em riste. É este o papel masculino e varonil, mesmo que ela esteja errada na “briga”. E estando, discuta seriamente com ela em privado, entre quatro grossas paredes; mas nunca, em hipótese alguma, a censure (a favor de tudo e a favor de todos) em público. Se você não age assim, tu é um castrado bem frouxildo e não passa dum bunda-mole mais preocupado em manter uma suposta coerência com os de fora em detrimento daquela que, contigo, é uma só carne. Não cacareje de cabeça baixa diante da turba que não trata bem aquela que te ama. Seja um leão e vá pra cima, ô seu mané!
  25. Quanto à interpretação de sonhos, José está para Freud assim como Daniel está para Jung.

Autor: Dayher Giménez

28 de abril de 1989, A.D.: nasci. Desde então, penso. Pindoramense e granadino, paulista e andaluz, brasileiro e espanhol. Neto de imigrantes e exilados por três costados (espanhol, austríaco e italiano) e brasileiro da gema por um costado (a tríade miscigenária da Terra de Santa Cruz). Graduado primordialmente em História pela antiga Faculdade de Filosofia, Ciência e Letras de Catanduva e em outras “coisas” — a grande palavra medieval! — da universitas magistrorum et scholarium, sou agora acadêmico no 3o ano de Direito das Faculdades Integradas Padre Albino. Em religião, cristão reformado. Em política, conservador libertário. Em futebol, palmeirense. Eis os crivos básicos. Ouso escrever sobre aquilo que me chama a atenção.

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